sábado, 20 de abril de 2019

Aleluia!

                                               Aleluia!
Hoje é sábado de Aleluia.
Até a meia noite choramos o luto pela morte de Jesus Cristo; pelo menos é o que ensina a Igreja e a História.
Primeiro matamos, depois ficamos de luto.
Ao longo dos tempos parece que é o comportamento da maioria;
Matamos os sonhos, a esperança e apagamos a Luz para depois chorarmos na escuridão.
Jesus é a Luz para o nosso caminho, para a nossa vida, para os nossos sonhos repletos de esperança de dias melhores, mas o que fazemos?
Traímos, mentimos, destruímos sonhos e ainda não aprendemos a AMAR como Ele nos AMA.
Não aprendemos a perdoar como Ele nos perdoou e ainda pediu ao PAI que nos perdoasse a ignorância, depois de tudo.
Continuamos mentindo todos os dias, prometendo mudar fazer diferente e quando nos damos conta o tempo passou e volta a Semana Santa nos acendendo as cores da memória e relembrando a história para nos recordar dos ensinamentos e fazer meditar sobre nós mesmos. E tristemente nos damos conta que quase nada mudou tudo continua quase igual ou talvez pior, pois a nossa ignorância talvez tenha diminuído, mas a maldade, o egoísmo, o egocentrismo e o orgulho, não. Evoluímos tecnologicamente e pouco ou nada moralmente.
“E quanto mais nos for dado mais nos será cobrado”, nos ensina o Evangelho. Se já temos noção do certo e do errado, precisamos fazer as escolhas certas, ou continuaremos chorando no “escuro”.
Mas no dia de hoje o que lembramos é do Seu reaparecimento VIVO depois de sua morte e sepultamento, nos mostrando que a morte não existe, mas também nos mostrando que nossos atos permanecerão conosco para retificá-los em outras oportunidades.
Também devemos nos lembrar principalmente de aproveitar o momento e acertar nossas “contas”, “dívidas” e “compromissos” com nossos adversários; perdoar e pedir perdão enquanto estivermos à caminho, como Ele mesmo nos ensinou.
Bom sábado para todos.
Aleluia!



segunda-feira, 15 de abril de 2019

Inevitável

                                           Inevitável
Todos os dias chegam novos moradores na Terra, todos os dias também muitos se vão para a erraticidade, ou seja o espaço sideral onde ficam as almas desencarnadas enquanto aguardam o retorno à novas experiências.
É chamado o ciclo da vida.
Nascer, morrer, renascer, essa é a Lei. A Lei da evolução, é impossível haver evolução plena numa única oportunidade, numa única existência, assim entendo a Justiça Divina, nos dando novas oportunidades.
Para muitos é de difícil compreensão, mas vivem chamando de “injustiças” os acontecimentos aparentemente inexplicáveis e sem sentido olhando apenas aquele momento, o acontecido trágico. Quando estudamos e entendemos a Lei de Causa e Efeito, percebemos que assim era preciso que fosse.
Confiamos na Justiça de Deus porque sabemos que Nos ama...
Devemos sempre que algo impactante nos acontece, nos perguntarmos: - “o que isso quer dizer, o que posso aprender com este acontecimento, como tirar algo de bom dessa experiência”? -
E assim podemos resignificar valores, pensamentos, desradicalizar ideias retrógradas que não cabem mais nos dias de hoje, no momento em que vivemos e estamos passando. Muita coisa mudou, porque tudo muda a todo instante. É só ter olhos de ver.
Tudo na vida evolui naturalmente, andamos sempre para frente e até em momentos que parecem que estamos parados, os acontecimentos ao nosso redor nos possibilitam repensar e até mudar conceitos. Por tanto estamos em constante evolução.
O interessante é ficar atento a tudo e a todos ao nosso redor, pois a evolução é um processo coletivo, aquilo que aparentemente aprendemos sozinhos, é um engano, nunca estamos sozinhos; nem material e nem espiritualmente falando.
Somos indivíduos, mas não estamos individualizados, somos como a areia, que composta de “zilhões” de grãos forma um todo sem que cada um deixe de ser um grãozinho com suas peculiaridades.
Boa semana para todos.


terça-feira, 9 de abril de 2019

80 Tiros!!!!



                                        80 Tiros!!!
Todos ainda impactados pela violência que grassa por toda parte, quer pelos feminicídios, suicídios, crimes por coisas banais, quer pelos tiroteios entre bandidos e militares, enfim; tempos difíceis.
Agora choramos pela morte “por engano” de um jovem trabalhador, músico, que trafegava com sua família, provavelmente felizes e contentes, para uma reunião onde festejariam a chegada de um bebê.
Infelizmente seu carro era “semelhante” a de bandidos procurados, como se carros iguais não saíssem em “fornadas” das montadoras todos os dias.
E lá se foram 80 tiros de fuzil, um fuzilamento mesmo sem dó nem piedade.
Nada justifica tanta fúria e violência da parte desses moços do Exercito, mesmo que fosse o carro dos bandidos, aliais de ninguém. Todos têm Direito à Vida, nos diz a Constituição, e há muitas maneiras de abordagem; furando os pneus, por exemplo; mas não posso deixar de observar de vários ângulos o acontecido...
Estes rapazes foram treinados para a guerra ou para policiamento na cidade e periferia? Aprenderam táticas de abordagem ou só o tiro ao alvo e manipulação de armas?
Penso que esses rapazes deviam estar com muito medo e talvez nem gostem do que fazem para descarregarem toda a munição em cima de um carro branco que passava. Que descontrole emocional é esse, desses moços fardados que entraram no quartel para servirem à Pátria? Sem dizer que foram obrigados pela lei e não por vontade própria, muitas vezes violando o seu temperamento pacífico, tendo que aprender a lutar e usar armas e se envolver em conflitos.
Nada justifica, é claro, mas muitas vezes explica e me entristece muito, ao me colocar de cada lado dessa situação. E me entristece também ver que se fosse bandido, tudo bem; já que corre o ditado “bandido bom, é bandido morto”.
Vamos orar pelos mortos, pelas famílias dos que morreram e dos que mataram. Todos são filhos de Deus em situação difícil, de enganos e desenganos, de erros e acertos de contas.
Perdoar é um sentimento que precisa ser exercitado para o bem de todos.
Em tempos de violência geral vamos procurar ser indulgentes e generosos em qualquer situação e orar, o Brasil precisa orar e orar muito.
Todos nós devemos e precisamos mudar essa psicosfera negativa que leva as pessoas ao descontrole emocional e atitudes irreparáveis.
Oremos!!!


domingo, 10 de fevereiro de 2019

Pensamentos em Tempos de Plantio

Pensamentos em tempos de plantio
Há pouco mais de 500 anos o Brasil foi descoberto e povoado ao longo desse tempo por povos de muitas etnias, vindos de todas as partes do planeta.
Seres de características físicas diferentes, trazendo suas crenças, seus costumes e hábitos pessoais.
Até aí nada de novo, todos sabem.
Também todos sabem que ao longo dos anos o nosso País se tornou “o país das falcatruas”, dos desmandos, das irresponsabilidades; terra de ninguém, do pode tudo porque ninguém vai preso.
Isso todos nós conseguimos ver com lágrimas a escorrer nas faces. :(
Todos reclamam, mas pouca coisa é feita ou muda porque uma grande quantidade dos seres que aqui estão morando, e eu falo no nosso planetinha azul, são espiritualmente imaturos moralmente. Assim como crianças, quando querem fazer “o que dá na telha” sem avaliar as consequências. São egocêntricos, egoístas, ambiciosos ao extremo, como se tivessem passe-livre numa loja de brinquedos e guloseimas e ali pudessem fazer e comer de tudo.
Todos querem de tudo sem consequências a tempo e à hora e seus direitos concedidos sempre, mas ignoram solenemente seus deveres.
Os deveres são sempre para os outros cumprirem, nunca eles.
Mas também devemos olhar para dentro de nós;
qual é a nossa parcela de culpa neste estado de coisas?
Toda a tecnologia física que depende dos materiais extraídos das entranhas da terra é retirada do solo sem parcimônia e sem critério para satisfazer a ambição desmedida e o consumo insano e desenfreado.
Estamos sempre comprando, trocando por novos modelos, apenas pela satisfação momentânea de exibir o novo objeto de desejo.
Estamos sempre comprando e comprando, alimentando o nosso ego, a nossa vaidade e com isso alimentamos a ambição desenfreada dos patrocinadores inescrupulosos; os empresários e as grandes indústrias.
Por trás desse cenário de falsas alegrias, purpurinas e laços coloridos, morrem à míngua nossos irmãos nas tragédias "naturais", afogados na lama, na água das enxurradas anunciadas e consequente deslizamentos e até no fogo, sem voz e nem vez.
A maioria, não tem saúde, educação e emprego, e vive sem viver o real significado da palavra dignidade; Apenas servem de degraus vergonhosos para que políticos inescrupulosos possam ascender a cargos regiamente pagos, e ao poder, só para se sentirem superiores.
Toda esta “sopa” de espíritos reencarnados por estas bandas tiveram mais uma oportunidade de fazerem diferente, de se redimir de milhares de anos de falcatruas e desmandos em vidas passadas, porem estão jogando fora mais esta oportunidade de fazer diferente, de resignificar seus valores morais, de construir um mundo melhor com alta tecnologia sim, porem racional, em benefício de todos.
Ter compaixão dos que adoecem e oferecer seu melhor desempenho na área da saúde,  e que os que ensinam o façam para melhorar o ser humano, como pessoa e o mundo em que vivemos.
E assim por diante, cada um no seu mister.
Mas infelizmente, os rebeldes terão de “repetir o ano” ajudando os planetas inferiores a evoluírem tecnologicamente e entender que a LEI DIVINA, a do Universo, é para todos.

O mais difícil, eu penso, é conviver com estes seres sem escrúpulos, ambiciosos sem medida, egoístas e cegos da alma, tomando o poder e nos fazendo reféns dos seus desmandos. Em consequência todos sofremos; somos cobertos pela lama, pelas enxurradas e tomados pelo fogo.
A Natureza está desestabilizada em consequência de tantas emanações negativas de ódio e de maldade que exalam e emanam dessas criaturas.

Daí fica difícil. Oremos!
♥♥♥
Mas como sei que Deus está acima de TUDO e que neste momento observa qual é a lição que vamos tirar disso tudo, continuo me segurando na FÉ e na Esperança de dias melhores.
Quem viver verá!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Infortúnios Ocultos


                                   Infortúnios ocultos
Este é o item 4 do Capitulo XIII – Não saiba a vossa mão esquerda o que faz a direita.  Evangelho Segundo o Espiritismo de Allan Kardec.
Desde criança, durante as reuniões de Evangelho no Lar, quando caía essa passagem do Evangelho para ler, eu não me segurava em críticas mentais ao cenário.
Aprendi desde cedo o sentido dela, é claro, mas ficar lendo de vez em quando um texto escrito em 1864 sempre me deixava inquieta e das alturas da minha imperfeição, daquilo que falo e penso, acabei voltando ontem à leitura desse texto, até porque ele fica no meio do livro e quando se abre a esmo, geralmente cai nessa página. Dito isso, durante o Evangelho de ontem, caiu novamente a página da dama que sobe o morro, como eu a chamo intimamente e novamente para a contrariedade de todos, eu fiz um comentário sincero de que não gosto de ler essa página. Imagine o clima!?!
Voltei para casa na paz, mas “a Dama que sobe o morro veio junto”, na minha mente meio culpada, como se conspurcasse as palavras sagradas, mas como eu costumo dizer sempre; *Deus me entende*.
A minha implicância com esta passagem do ESE é observar que em dias atuais a postura desta senhora seria bem difícil, para não dizer impossível, dadas as circunstâncias sociais, valores morais vigentes etc., então nesta madrugada, já que a “Dama que sobe o morro” veio para casa comigo e não me deixava dormir, levantei e escrevi o texto abaixo. Resolvi atualizá-la e trazê-la para os dias atuais, sendo que o principal, que é a mensagem da Benemerência e da Caridade, ficou intacta apenas a transcrevi de forma atual.
(versão atualizada)
Todas as semanas um grupo de senhoras bem postadas financeiramente na vida tricotava agasalhos para os pobres, e conversavam alegremente sobre assuntos triviais.
Naquele dia, lá pelas tantas, uma delas comenta que o parente da pessoa que trabalhava em sua residência, sofreu um acidente gravíssimo e a família estava passando sérias necessidades, já que ele era autônomo e ela estava sem trabalhar porque fazia poucos meses tinha tido mais um filho. Ele encontrava-se hospitalizado e a mulher e três crianças estavam vivendo da ajuda dos vizinhos e conhecidos.
Sensibilizadas, todas comentaram sobre o sofrimento que se abateu naquela família, mas uma delas pediu o endereço para ajudar a pessoa de uma forma mais direta, como fazia de hábito.
Dias depois a senhora subia o morro com a filha adolescente e mais o motorista que ficou com a incumbência de anotar o endereço e voltar mais tarde trazendo duas caixas com uma farta sexta básica para a família que ela e a filha iriam visitar.
Lá chegando a senhora se apresentou àquela mãe abatida, que segurava uma criança no colo, enquanto as outras, um pouco maiores, se seguravam nas suas pernas.
Após entrarem na pobre casa, a senhora visitante explicou que soube do acidente do seu marido pela cunhada dela, que trabalha na casa de uma amiga e veio ver em que ela poderia ajudar.
A dona da casa então, em lágrimas, lhe contou da tragédia que havia se abatido sobre a sua família; seu marido é autônomo e faz serviços e pequenos consertos em domicílio com uma moto velha que conseguiram comprar com muito sacrifício para ele poder atender os clientes mais depressa, e até que ele trabalhando muito conseguia sustentar a casa, não deixava faltar o necessário, já que desde o final da gravidez, e enquanto ela não podia colocar o neném na creche, não havia como trabalhar de diarista e ajudar nos gastos, como fazia antes.
Daí que seu marido saiu para trabalhar com a moto num dia de chuva e foi atropelado vindo a se acidentar gravemente. Quase morreu e ainda perdeu o pé esquerdo. Agora nem sei quando vai sair do hospital e quando sair, com certeza nem vai poder trabalhar desse jeito, assim sem o pé.
Muito sensibilizada diante de tanto sofrimento, a senhora abraçando a mulher perguntou se ela e a filha podiam fazer uma oração e ler o Evangelho, no que a dona da casa prontamente concordou.
A jovem abriu no Capítulo V -
Bem aventurados o Aflitos – e passou a ler o item 31 que fala do Proveito do Sofrimento.
Enquanto isso o seu motorista veio deixar as caixas de mantimentos que a senhora havia trazido e voltou para o carro que havia ficado discretamente estacionado ao pé do morro.
Após orarem juntas a senhora saiu prometendo voltar dois dias depois e ainda anotou o nome do marido e do quarto do hospital prometendo visita-lo.
Ao voltarem para casa, durante o caminho, explicou à filha da importância daquele trabalho para Jesus que nos ensinou que todo àquele que a gente alimentasse ou agasalhasse era à Ele que se estava fazendo e que era preciso que sempre olhássemos todos os seres como nossos irmãos, pois todos somos filhos do mesmo Pai. Pois sem amor nada somos. Também explicou que o que tem mais valor como caridade é o nosso tempo oferecido com carinho e atenção aos necessitados, e também o trabalho com as nossas mãos, pois comprar e entregar algum alimento, alguma coisa é muito simples e fácil, é Benemerência, mas doar o seu tempo com dedicação e com o seu carinho, a sua ajuda sincera e doar de si, do seu coração, é doar amor de verdade. Isso é Caridade.
No dia seguinte a Senhora foi até ao hospital visitar o jovem homem, agora mutilado, e mais do que nunca precisando de apoio e ajuda espiritual.
Conversou longamente com ele, ouviu suas queixas e desabafos e tranquilizou-o sobre a sua família, garantindo-lhe que nada lhes faltava e nem deixaria faltar, e que logo ele estaria bem e todos estariam novamente reunidos e que por hora ele só se preocupasse em ficar bom.
No dia marcado ela e a filha voltaram ao endereço da pobre família para dar notícias do marido e foram recebidas com alegria. Fizeram o Evangelho novamente, trouxeram roupas e agasalhos que o inverno se aproximava e assim e a cada semana os laços de amizade foram se estreitando e se tornaram amigas. Quando o marido saiu do hospital a senhora o ajudou com a compra de uma prótese e o ajudou a arrumar um emprego em que não precisasse andar de moto de um lado para o outro...        
 Florianópolis, 03.12.2018


segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Saudade ou Saldade?

                                 Saudade ou Saldade?
Já disse alguém um dia que a saudade é a presença de uma ausência, que saudade é o amor que fica, que saudade é a palavra que chora...
Já se disseram muita coisa e ainda se continua tentando explicar o que não tem explicação, o inexplicável. 
Saudade não se explica, se sente e ponto final.
Fala-se muito em saudade, de saudade, deste sentimento estranho, quase banalizado em prosa e verso, que toma conta da gente quando alguma coisa que nos remete ao passado dispara um gatilho no nosso cérebro e aperta o coração fazendo transbordar muitas vezes os nossos olhos encharcando-os de lembranças.
Uma vez disparado esse gatilho da memória ele demora a se recolher novamente. Enquanto isso, vamos recolhendo pouco a pouco na gaveta das recordações, vagarosamente, as peças únicas e insubstituíveis, de lembranças doces ou não, que tememos que se apaguem com o tempo.
Muitas coisas ou situações podem acionar esse gatilho; um cheiro, uma música, uma conversa, uma forma de dizer as coisas, uma gargalhada que ficou ressoando pelo espaço, conversas de família recheadas de lembranças, das preferências,  de atitudes e posturas que formavam seu caráter.
É uma situação estranha; um paradoxo;
A ausência de uma pessoa amada é totalmente preenchida pela lembrança que nos causa um vazio impreenchível no coração.
Outro dia vi uma tatuagem com a palavra SALDADE e apesar do impacto gramatical que nos cause, achei pertinente escrever SAUDADE desta forma, com sal, o sal das lágrimas que derramamos por nossos amores. Realmente achei muito pertinente, fica aqui a sugestão para os dicionaristas de plantão.
Saldade é bem mais condizente com o sentimento, talvez esteja ai o motivo da dificuldade de definição da palavra para esse sentimento.
Hoje é dia 26, dia de Saldade do meu amor de número três que não posso abraçar mais, mas posso dizer que não te esquecerei jamais, Beto, meu amor eterno.


quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Porquê?

                                               Por quê?
Sempre me indago e ouço outras pessoas também se perguntarem por que Deus não nos fez prontos?
Por que temos que ir aprendendo com tanto sofrimento, nos aperfeiçoando tão lentamente, evoluindo aos trancos e barrancos?
Bom, é preciso saber que nada na natureza não dá saltos, por que no nosso caso, do ser humano, deveríamos; se fazemos parte do Todo?
Temos princípio e fim. Nascemos como centelha Divina, e como não somos Deus, provavelmente teremos um fim, que não saberemos qual e nem como, pelo menos por hora.
Enquanto isso, vamos evoluindo do átomo ao arcanjo, até onde se sabe.
Mas a pergunta se repete, por que não nascemos prontos? Dai depois de dias matutando cheguei a conclusão que na verdade fomos feitos prontos sim!!!! A centelha Divina, que somos nós, Criação Divina, somos completos e estamos desde o início, prontos e completos, pois tudo na Criação percorre o caminho da complementação da Evolução contínua. Veja a semente, ela tem o potencial para ser uma árvore completa e É! Porém para se transformar na árvore ela precisa passar por todas as etapas desde a germinação. Para ser Flor o botão vai se abrindo de forma invisível aos olhos, abrindo vagarosamente suas pétalas até que esteja totalmente aberta e assim tudo o que há no mundo, já está pronto, apenas precisa estar para ser.
A cada etapa adquirimos novas experiências de ser e estar que proporciona o aprimoramento do espírito como vida em evolução.
Nada acontece do NADA. Há um princípio Evolutivo que vai do átomo ao Arcanjo como disse acima...